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CEPESC - Centro de Pesquisa, Estudos e Serviço Cristão. Nasceu do sonho, da utopia e da luta pela criação de um entidade que refletisse, a partir da perspectiva cristã e no contexto da diversidade cultural, social e religiosa brasileira e da Bahia, o mundo dos nossos dias de um modo abrangente e total, ou seja, nas suas dimensões social, econômica, política, educacional e religiosa. Por isso, adotou o lema Dignidade e plenitude da vida e da criação. Organizada em 23 de novembro de 1996, é uma entidade de caráter cultural, educacional, social e religioso. Tem como objetivos estimular, fazer e divulgar pesquisas no campo político, econômico, social, cultural e religioso e realizar trabalhos de educação, sociais, culturais e religiosos. Contato: 3266-5526

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Povo é quem fará a segurança do papa Francisco, diz ministro




Ciente do risco de protestos, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou nesta quarta-feira (17) que será o "povo" quem vai fazer a segurança do papa Francisco, que chega na próxima semana ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude.
Gilberto Carvalho afirmou ainda que o governo está trabalhando "em sintonia" com a Gendarmerie, guarda responsável pela segurança da Santa Sé para atender aos pedidos do papa. "Não faremos nada que não agrade ao papa, que entre em desacordo com o papa", garantiu.
Além de ordenar uma redução do esquema de segurança, Francisco pediu também para desfilar num carro aberto. "Nós entendemos que é um gesto de aproximação dele com a população, mas alertamos para riscos que podem ocorrer", explicou o ministro.
A menos de uma semana da chegada do papa, o medo de manifestações e a preocupação com a segurança podem alterar a agenda do pontífice que vai passar pelo Rio e Aparecida.
O governador do Rio, Sérgio Cabral, e Gilberto Carvalho conversaram por telefone para tratar da visita do papa. Segundo o ministro, um possível confronto entre católicos e manifestantes não preocupa. "Sérgio está preocupado com a logística toda que é muito maluca", afirmou.
Como cabe ao Brasil garantir a segurança de chefes de Estado que visitam o país, o governo discute com o Vaticano possíveis alterações de rotas e redução de deslocamentos terrestre.

"Nós estamos, claro, tomando todos os cuidados do ponto de vista da logística e da segurança, mas com muita tranquilidade, tanto no aspecto de segurança como com de ocorrência de manifestação. A grande segurança do papa será feita pelo povo brasileiro e pela juventude do mundo inteiro que vem", disse.

Fonte: Folha de São Paulo

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